terça-feira, 22 de janeiro de 2008

"Imprudência e dor". Eternos companheiros.



Se beber não dirija; Se dirigir, não beba.
Todo mundo já ouviu esta frase, mas o que nem todo mundo faz é respeitá-la e o mais importante, cumpri-la.
O índice de acidentes no Brasil causados pela mistura de álcool e volante, está cada vez maior. E a medida que ele cresce, cresce também o número de famílias que perde um ente por causa da imprudência de motoristas que mesmo sabendo do perigo, fazem a tão venenosa mistura.
E como se não bastasse apenas o impacto causado aos familiares de ambos envolvidos (motorista e vítima), vem a dor que é a maior conseqüência deste ato irregular.
Seja a dor emocional de quem perdeu alguém, ou a dor física de quem ficou com traumas, estas nunca irão desaparecer da memória das vítimas e familiares que sofreram, mas infelizmente não demoram muito para sumir da lembrança daqueles imprudentes, que na maioria das vezes, acabam errando mais uma vez fazendo a mistura perigosa e atraindo com ela os eternos companheiros: Imprudência e dor.

Vestibular amedronta mais os pais


Ano novo é época de uma nova correria para aqueles que tentam o tão conhecido “vestibular”.

Medicina, engenharia, letras, direito, jornalismo, administração, etc. Muitos e distintos são os rumos de quem enfrenta muitas barreiras antes da universidade, para chegar ao tão esperado diploma. No interior, a cena de filhos deixando suas casas em busca da entrada em uma universidade, é cada vez mais comum, devido a busca de oportunidades educacionais em cidades mais desenvolvidas que oferece uma diversidade maior de universidades e cursos.
A maioria dos pais,sofre muito quando pensa em largar seus filhos sozinhos (sem a proteção deles), em uma cidade diferente, com amigos que os pais possivelmente nunca conhecerão. Os filhos, também sentem a perda da super proteção e dos cuidados que só os pais sabem ter.
Mesmo com tudo isso, quando os filhos têm um objetivo profissional traçado, a melhor atitude dos pais é apoiar, para que assim eles alcancem seus objetivos, ganhem sua liberdade, e futuramente não tenham nenhuma frustração.




Roseane Lopes

Salgueiro sofre com o aquecimento



Aquecimento global não é um assunto novo para ninguém. Mas o que não queríamos acreditar, é que esta realidade nos perturbaria no sertão deste país tropical.
Anos atrás o calor era de 36º graus; Hoje, sofremos com 38º, o que pode parecer pouco, mas nós sertanejos, sentimos na pele, literalmente, o que 2 graus, aproximadamente, faz. No centro da cidade o calor parece estar ainda maior, conseqüência do aglomerado de pessoas e do asfalto que absorve e conserva esta temperatura alta. Infelizmente, cientistas e estudiosos confirmam que isso tende a piorar, por conta do aquecimento global, que nada mais é, que a elevação da temperatura do planeta.
E como uma das conseqüências, o sertanejo nordestino espera a chuva, e enquanto ela não vem, perde plantação, perde o pasto, e logo, perde o gado também, já que este não tem o que comer.

“...Espero a chuva cair de novo, pra eu voltar pro meu sertão...”
(Luíz Gonzaga)